STF enterra mentira sobre vice de Flávio

O ministro Gilmar Mendes, do STF, arquivou nesta terça-feira o pedido de investigação da falsa acusação de “estupro de vulnerável” contra o deputado Alfredo Gaspar, vice na chapa de Flávio Bolsonaro (PL). A decisão atende a pedido da Procuradoria-Geral da República, que concluiu não haver indícios para abrir inquérito.

O arquivamento chega dois dias depois do primeiro turno, realizado em 4 de outubro. O caso estava no Supremo há seis meses, desde abril, quando a Polícia Federal pediu autorização para investigar. Gilmar remeteu os autos à PGR.

Nada impedia que o relator encerrasse a apuração antes da votação, em vez de deixá-la pairando sobre o candidato durante toda a campanha. Gaspar chamou o caso de “injustiça sem limite” e cobrou punição dos autores, Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (PSB-MS).

A falsa acusação foi levada à PF no mesmo dia em que Gaspar, relator da CPMI do INSS, pedia o indiciamento de dezenas de pessoas, entre elas o filho de Lula (PT), por envolvimento no roubo bilionário a mais de 9 milhões de aposentados e pensionistas.

Os dois afirmaram que o deputado teria mantido relação com uma adolescente de 13 anos, da qual teria nascido uma menina, hoje uma mulher casada. Ela gravou vídeo para reforçar que a acusação era falsa. Gaspar negou desde o início e fez exame de DNA para provar sua inocência.

Enquanto não andava, figuras ligadas ao PT seguiam reproduzindo a acusação falsa, como a primeira-dama Janja em 1º de outubro, a três dias do primeiro turno. O insulto se apoiou numa suspeita que a própria PGR considerava sem elementos para justificar investigação, e que Gilmar Mendes só arquivou depois da eleição de primeiro turno, quando Flávio Bolsonaro saiu vitorioso. Com Diário do Poder

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sao pedro

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