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claudio humberto
12.Junho.2021

Desde a criação da CPI, Brasil vacinou 44,5 mi

A CPI da Pandemia foi criada no dia 13 de abril e a busca por holofotes talvez tenha impedido os senadores de observarem que ao longo dos seus 58 dias de funcionamento, com muita lacração e bate-bocas, a vacinação contra covid-19 avançou. Com isso, nos últimos 58 dias, o Brasil aplicou mais de 44,5 milhões de doses nos braços dos brasileiros, o que equivale a uma média de 768 mil vacinas aplicadas a cada dia.


Para comparação

É como se o Brasil tivesse vacinado, nesses 58 dias, quase toda a população da Argentina com uma dose. Ou todo Chile com duas doses.


Criticam por hábito

O Brasil aplicou ao menos uma dose em 25,4% da população do país. Negacionistas acham pouco, mas é mais que o dobro da média mundial.


O pior é melhor

Acre é o estado brasileiro com menor percentual da população imunizada com duas doses de vacina contra covid: 6,8%. Ainda assim, está acima da média mundial, que é 6,1%.


Olha o nível

A esquerda não distingue extradição de imigração. O Psol ficou contra o acordo de extradição Brasil-Marrocos alegando que “viola os direitos humanos” e a Lei de Imigração. Nem desconfiam que o acordo é para que condenados possam cumprir pena em seu país de origem.


Assessoria ‘paralela’ é tão antiga quanto governos

Citado na CPI, e nas manchetes, como algo irregular e até “criminoso”, o suposto “gabinete paralelo” do governo Jair Bolsonaro é uma das mais tradicionais instituições de poder. Não há chefe de governo, de qualquer nível ou país, que prescinda da opinião de pessoas de fora da gestão. Franklin Delano Rossevelt, considerado o melhor presidente da História dos Estados Unidos, governava sob aconselhamento diário do “kitchen cabinet” ou “gabinete da cozinha”, o “gabinete paralelo” da Casa Branca.


O Brasil no paralelo

No Brasil, Lula decidia mediante consulta de um “estado maior” petista, assim como FHC recorria a empresários e ex-colegas de cátedra.


Justocracia

O ministro Luís Roberto Barroso intrigou deputados ao afirmar em plena Câmara que o TSE irá adotar o voto impresso se o Congresso aprovar e se o Supremo “validar”. A menos que o STF legislador tenha alterado a Constituição, não lhe cabe “validar” decisões de outros poderes.


Eleição desperdida

Após um articulista da Folha de S. Paulo inventar um “despiora” para não sofrer registrando a melhora da economia, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) não perdeu a piada: “Vamos desperder a eleição do próximo ano”.


Que vergonha...

Marquinhos, capitão da Seleção Brasileira, deu um merecido “pito” na imprensa brasileira, apelando para o respeito à verdade. Ele confirmou que os jogadores nunca ameaçaram não jogar a Copa América.


Faz que não vê

Fake news sobre o “boicote” de jogadores à Copa América não merece a atenção da maioria das “agências de checagem”. Até porque são quase todas ligadas a veículos que, sem o menor pudor, divulgaram a mentira.


Bancada do ódio

Após fazer pouco do abuso sexual sofrido pela ministra Damares Alves na infância, a lacrolândia agora ridiculariza nas redes sociais os cabelos da médica Nise Yamaguchi, em clara demonstração de ódio racial.


Insegurança jurídica

José Medeiros (Pode-MT) disse que “o STF foi banalizado” e é acionado por todo partido sem representação no legislativo para fazer prevalecer suas ideias. “Absurdo a Corte se deixar usar dessa forma”, disse.


Flagrante de hipocrisia

Vaidade exacerbada e hipocrisia na política pregam peças, como revelam as fotos que flagraram o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), pegando um bronze em um hotel do Rio, sem máscaras.


Pernas curtíssimas

Após vários dias de mentiras sobre a “recusa” da Seleção em disputar a Copa América, foi até engraçado começar a ler manchetes atribuindo o “recuo” à “saída de Cabloco” etc. Nada de pedir desculpa pela fake news.


Causa única é raridade

Monitoramento do centro de controle de doenças dos EUA (CDC) revela que apenas pouco mais de 5% das mortes relacionadas à Covid-19 tiveram o novo coronavírus como única causa de morte. Para todas as outras, em média, foram identificadas quatro comorbidades nas vítimas.


República de bananas

Deveria existir no Brasil uma Alta Autoridade, como na Europa, que impedisse um grupo de comunicação de utilizar seu poder para detonar a Seleção e inviabilizar a competição cujos direitos de transmissão perdeu.



:: Poder sem pudor


Pelada política

Durante o almoço, certa vez, o senador Ney Suassuna (PB), na época líder do PMDB, enumerou as agruras que enfrenta no seu dia-a-dia. O então presidente da CBF, Ricardo Teixeira, ouviu o relato com espanto e depois desabafou, arrancando gargalhadas:

“E eu achava que futebol era complicado...”


# Coluna do jornalista Cláudio Humberto, do Diário do Poder

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morena fm

 

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