Flávio Bolsonaro já marcou visita à Bahia
O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) tem um ato político previsto para Salvador no dia 17, um sábado, às 15h. A concentração será em frente ao antigo Clube Espanhol, em Ondina. A mobilização deve marcar sua primeira agenda oficial na capital baiana.
O evento contará com a participação de ACM Neto e do prefeito de Salvador, Bruno Reis, além do ex-ministro João Roma e outras lideranças do PL. A expectativa é reunir apoiadores e lideranças políticas em torno da candidatura de Flávio à Presidência.
A presença prevista de Neto e Reis reforça a articulação entre os aliados na Bahia e a campanha presidencial. Os detalhes sobre a programação e eventuais deslocamentos após a concentração ainda não foram informados. Flávio vai aproveitar para falar de suas propostas.
Uma delas é o fim da reeleição, valendo inclusive para ele mesmo, caso seja eleito. "Tem que valer pra mim. Eu sou autor da PEC que acaba com a reeleição. Não estou disputando poder, não sou Lula que gastou R$ 350 bilhões nos últimos dias para tentar se reeleger. A reeleição precisa acabar".
Flávio disse que a proposta deve incluir uma vedação para impedir que parentes imediatos disputem o mesmo cargo. "É o Congresso que faz a lei. Mas inclusive para a questão de parentes até terceiro grau, não é só eu, é o meu pai. Houve uma fala desencaixada de que o Jair Bolsonaro poderia ser candidato a vice-presidente. Não. Se eu for presidente, nenhum parente meu pode ser candidato", afirmou.
Nos bastidores, foi especulado que, se eleito, Flávio Bolsonaro poderia trabalhar a candidatura de Jair Bolsonaro em 2030. A especulação ganhou força com a possibilidade de o ex-presidente ser solto pelo STF (Supremo Tribunal Federal) após a eleição. Por isso a explicação de Flávio.
A Pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta quinta-feira, mostra que o candidato do PL cresceu e ampliou a vantagem que teve ao final do primeiro turno sobre o petista Luiz da Silva (PT). Flávio aparece com 53% dos votos válidos e Lula com 47%. No primeiro turno teve 47,03% contra 45,16%.
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