Justiça tem 29 ações contra cirurgião

A Justiça baiana reúne atualmente 29 ações por danos morais e estéticos contra o cirurgião plástico Rossini Ruback. O histórico ganhou nova repercussão após a morte de Adriele da Silva Pinto, de 31 anos, durante procedimentos estéticos no Hospital Vida Memorial, em Ilhéus, que foi interditado.

Em 2023, ao menos 30 mulheres relataram erros médicos, negligência e problemas no período pós- operatório. As queixas citam casos de necrose, abertura de pontos, dores e deformações. Ruback recebeu decisões favoráveis na maioria dos processos já julgados e recorre de duas condenações.

Outro inquérito investiga a morte de uma paciente atendida pelo médico em Itabuna. A mulher passou por cirurgia plástica no abdômen, lipoaspiração e enxerto nos glúteos em dezembro de 2021 e morreu 22 dias depois. A certidão de óbito relacionou o caso a embolia pulmonar, trombose venosa profunda e à cirurgia plástica.

O Ministério Público acompanha a investigação sobre Adriele e analisa o histórico do cirurgião. O Conselho Regional de Medicina informou que não há sindicância ou processo ético em andamento contra Ruback.

A defesa afirma que denúncias não comprovam erro médico, sustenta que os casos têm circunstâncias distintas e atribui a morte de Adriele a uma "reação anestésica rara". A Polícia Civil ainda apura a causa real do óbito.

18:05  |  


Muito esforço é feito para deixar voce bem informado, sem rabo preso com ninguém. Ajude a manter nossa independência fazendo um PIX para jornal@aregiao.com.br (Nubank)



sao pedro

Arquivo de Notícias