Estudos desvendam surto de miocardite
Vários estudos realicados ao redor do planeta, todos revisados por pares, o maior nível de credibilidade, mostram que o surto de miocardite e pericardite em jovens é causado pelas vacinas contra a Covid e não como consequência da doença, como as farmacêuticas divulgaram usando mídia paga como notícia.
Um estudo, feito em Israel por pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém, Universidade de Tel Aviv e outros, avaliou 196.992 adultos após infecção por Covid-19 em população não vacinada. A conclusão foi de que não houve aumento na incidência de pericardite ou miocardite.
Pesquisadores do Reino Unido, da University of Oxford, University of Bristol e outras, avaliou mais de 1 milhão de crianças inglesas de 5 a 11 anos e adolescentes de 12 a 15 anos. Crianças vacinadas foram comparadas a um número igual de não vacinadas
O que os cientistas constataram foi que “entre adolescentes e crianças, miocardite e pericardite foram documentadas apenas nos grupos vacinados, com taxas de 27 e 10 casos por milhão”. A pesquisa foi publicada como "OpenSAFELY: Effectiveness of COVID-19 vaccination in children and adolescents".
Outro estudo, na Arábia Saudita, reuniu pesquisadores da Universidade Alfaisal, Riad, King Saud University Medical City, Riad, Mayo Clinic (EUA) e Universidade Queen Mary (Inglaterra), entre outros. Analisaram autópsias de 548 corações de pessoas que morreram com ou de Covid-19.
A idade média dos falecidos era de 69 anos e os cientistas constataram que “a prevalência média relatada de miocardite extensa, focal ativa e multifocal foi de 0,0%”, no documento COVID-19–Associated cardiac pathology at the postmortem evaluation: a collaborative systematic review.
Um terceiro estudo, nos Estados Unidos, tinha cientistas da University of Michigan School of Public Health e The Wellness Company. Eles analisaram autópsias de 28 pessoas que morreram após a vacinação, com idade média de 44 anos. Morreram entre 3 e 6 dias após tomar a vacina.
Os pesquisadores dizem que "estabelecemos que todas as 28 mortes (100%) foram provavelmente causalmente ligadas à vacinação contra a COVID-19 por revisão independente das informações clínicas apresentadas em cada artigo”. Sugerem que há "alta probabilidade" de ser causadas pela vacina.
Um estudo complementar dos EUA, feito por cientistas do New York Medical College, The U.S. Food and Drug Administration, Yale University School of Medicine, entre outros, foi feito em 38 hospitais dos Estados Unidos analisando 333 pacientes com C-VAM.
Eles foram comparados com 100 pacientes com síndrome inflamatória multissistêmica em crianças (MIS-C). Foram incluídos pacientes com menos de 30 anos de idade com diagnóstico clínico de miocardite aguda após vacinação contra COVID-19.
A conclusão foi de que a lesão cardíaca pela vacina é persistente. Depois de 178 dias acompanhando, em média, a cicatrização cardíaca (LGE) ainda estava presente em 60% dos pacientes no acompanhamento.
O grupo Médicos Pela Vida, formado por médicos de todas as especialidades que assistiram pessoas durante a pandemia da Covid-19, defende a imediata suspensão da obrigatoriedade das vacinas Covid-19 em crianças de 6 meses a 5 anos. "O Brasil é o único país do mundo a tomar esta medida".
"Isso é contrário às melhores evidências científicas disponíveis. O governo sequer deve recomendar para pessoas saudáveis", afirmam, ressaltando que o Braisl virou "uma espécie de desova para vacinas rejeitadas por nações desenvolvidas". Essas nações, lembram, nem recomendam para crianças.
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