Sampa ganhou 100 mil empresas de fora
Cada vez mais empresas estão escolhendo a cidade de São Paulo para transferir ou instalar seus negócios. Segundo balanço da Secretaria da Fazenda, a capital paulista ultrapassou a marca de 100 mil companhias de outros municípios que passaram a ter sede na cidade desde 2021.
O movimento é impulsionado por um ambiente de negócios de alta segurança jurídica, simplificação de processos, incentivos fiscais e investimentos em infraestrutura. No mesmo período, Sampa também superou 1 milhão de novas empresas abertas, 100 mil apenas no primeiro semestre deste ano.
Além de fortalecer a atividade econômica, esse movimento já gerou mais de R$ 5,1 bilhões em arrecadação para os cofres municipais com empresas que transferiram sua sede para a capital, desde 2021. Somente neste ano, a receita proveniente dessas empresas já supera R$ 1 bilhão.
O dinamismo do ambiente de negócios também se reflete no mercado de trabalho. A cidade encerrou 2025 com a menor taxa de desemprego de sua história, 5%, e segue ampliando a geração de empregos formais. Em junho deste ano, alcançou o maior estoque de empregos com carteira: quase 5 milhões.
Entre as empresas que decidiram mudar sua sede para a capital estão Netflix, MagaluPay, Casas Bahia, Amazon e Facebook. Para o prefeito Ricardo Nunes, os resultados refletem um conjunto de medidas adotadas para tornar São Paulo cada vez mais competitiva na disputa por investimentos.
“São Paulo oferece segurança jurídica, incentivos e infraestrutura para quem quer investir. Esse ambiente favorável tem atraído empresas, gerado empregos e consolidado a capital como o principal destino de novos negócios do país”, afirma Nunes.
Segundo o prefeito, esse cenário foi construído a partir do equilíbrio das contas públicas e do aumento da capacidade de investimento. “Fizemos aquilo que tinha que ser feito. Enxugamos a máquina, atraímos empresas para a cidade de São Paulo. Portanto, elas pagam seus tributos aqui”, destaca.
Um dos principais pilares dessa transformação é o Empreenda Fácil, que integra os procedimentos municipais, estaduais e federais para abertura, alteração e encerramento de empresas. Totalmente digital e autodeclaratório, o sistema reduziu o prazo médio de 100 dias para menos de 50 horas.
Outro diferencial competitivo foi a redução da alíquota do ISS de 5% para 2%, promovida pelas Leis nº 17.719/21 e nº 17.875/22 para atividades ligadas à economia digital e tecnológica, como streaming, mobilidade por aplicativos, audiovisual, monitoramento remoto, franquias e comunicação visual.
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