Acusação contra Gaspar foi esquema

A acusação feita por Lindberg Farias (PT) e Soraya Thronicke (PSB) contra o relator da CPMI do INSS Alfredo Gaspar era mentira e foi fruto de um esquema que envolvia outro crime planejado pela dupla de esquerdistas radicais: o desaparecimento da testemunha e acusação de queima de arquivo..

A acusação, de estupro de uma menor, foi usada pelos esquerdisdas para desviar o foco do pedido de indiciamento de Lulinha, filho do presidente Luiz da Silva (PT), feito por Gaspar minutos antes. Segundo Lindberg, ele teria estuprado uma garota, tendo como resultado uma filha.

Agora, um comerciante do Rio de Janeiro, Luiz Antônio Lopes, afirma em depoimento à polícia da Câmara, que tudo foi um esquema criminoso. Ele disse que recebeu R$ 16.500, em 3 transferências bancárias, para pagar uma mulher, Marcela, que se passaria com a vítima do estupro.

Lopes afirma que tem extratos bancários, comprovantes das transferências e outros documentos como prova. Ele recebeu o dinheiro em sua conta na Caixa e entregou, em espécie, a Marcela.

“Veio um Pix de R$ 2.500 de Sérgio Machado de Azevedo, um outro Pix de R$ 4.000 de Carlos Roberto Lopes e um terceiro Pix de R$ 10.000. Recebi esses valores, saquei o dinheiro e dei à Marcela. Faço questão de entregar os extratos. Se eu não fizer, não estou cumprindo com a verdade”, disse.

O depoimento de Lopes e o relatório do caso foram enviados ao STF, por acusar um parlamentar, Lindbergh. Lopes contou que conheceu Marcela, de 22 anos, trabalhando em um quiosque no Shopping Jardim Guadalupe. "Ela usaria uma identidade falsa para afirmar ter sido estuprada por Gaspar".

O esquema incluia o desaparecimento de Marcela para sugerir que Gaspar tinha "se livrado dela".

“Marcela falou que precisava de uma conta para receber uma ajuda, um Pix. Falei: ‘Esse cara pega mais dinheiro deles e passa o que quer para você. Passa a minha conta’. Ela concordou. Foi quando veio o primeiro Pix, depois veio o segundo e depois o terceiro”, contou.

Lopes disse que participou de uma reunião pelo Google Meets com várias pessoas, incluindo Lindbergh e um vereador chamado Toninho da Padaria, de Nova Iguaçu, base do deputado, que foi prefeito da cidade e condenado por desvio de verbas no cargo.

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sao pedro

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