Professores protestam contra Jerônimo

Há anos a maioria dos professores do estado fazem campanha aberta de apoio aos sucessivos governos do PT, assim como, há anos, esses governos vêm cortando verbas para as universidades estaduais, segurando promoções e aumentando a taxa cobrada pelo pelo de saúde Planserv.

Mas quando precisam negociar com os governos do PT os professores são ignorados. Eles já esperam por uma negociação há um ano e até levaram um bolo de "aniversário" para o protesto que fazem em frente à sede da Secretaria de Educação, no CAB.

Um grupo de professores das universidades estaduais baianas iniciaram nesta quarta-feira, um acampamento em frente à SEC, em Salvador, com representantes da Uesc, Uefs, Uneb e Uesb que pressionam o governador Jerônimo Souza (PT) a conversar com eles.

A esperança é de que, num ano em qua ele concorre à reeleição, finalmente aceite retomar um diálogo cortado em julho do ano passado, ignorando sucessivos pedidos de negociação. O grupo levou faixas e cartazes denunciando a "falta de diálogo e o descaso com o ensino superior público baiano".

Segundo os coordenadores das Associações Docentes das UEBA, eles vão continuar acampados na porta da SEC por 24 horas. "O silêncio do governador é um desrespeito com a categoria e com as universidades públicas. Seguiremos organizados e em luta", diz o professor Arturo Samana.

Os professores querem os direitos que vêm sendo ignorados, como o pagamento do adicional de insalubridade e dos anuênios retroativos; a derrubada dos reajustes abusivos do Planserv, o fim da lista tríplice para a escolha de reitores e a ampliação dos investimentos nas universidades estaduais.

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sao pedro

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