Esquerda faz "genocidio" de mulheres

Depois de mais um governo de extrema-esquerda, de Luiz da Silva (PT), o Brasil nateu novo recorde de assassianto de mulheres por ser mulheres, o feminicídio. O atual mandato de Lula já tinah batido o recorde em 2023, bateu de novo em 2024 com 1.510 casos e em 2025, de novo, com 1.571 vítimas.

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026 (com dados de 2025), divulgado na quinta-feira, traz um dado que reforça o foco de feminicídios num governo federal petista. Todos os estados que lideram o feminicídio são governadore pela extrema-esquerda, que vive fazendo eventos "pela mulher".

A prática mostra a inutilidade do discurso. O Amapá, governado pelo esquerdista Clécio Luís (que passou por PT, Psol, Rede e Solidariedade), é dono do maior aumento na taxa de feminicídio, incríveis 347,7% em um ano. O estado também tem a maior taxa.

O Rio Grande do Norte, governador por uma mulher, Fátima Bezerra, do PT, vem a seguir, com aumento de 61,8% nos homicídios de mulheres. A maior taxa de homicídios de mulheres a cada 100 mil é do Ceará, de Elmano Freitas (PT), com 6,2, quase on dobro da nacional (3,2). A Bahia, do petista Jeronimo Souza (PT) é o terceiro estado em números de casos, 103, com taxa de 4,6.

A taxa nacional de feminicídio chegou a 1,4 mulher morta para cada 100 mil. Os dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que 44,4% de todas as mulheres assassinadas no Brasil em 2025 foram vítimas de feminicídio, o maior percentual desde 2015, quando o crime foi tipificado.

Por ironia, foi em 2025 que a Lei nº 14.994/2024, o "pacote antifeminicídio" entrou em vigor completamente. A legislação transformou o feminicídio em crime autônomo, deixando de tratá-lo apenas como qualificadora do homicídio.

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sao pedro

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