Wagner tem "pressão amiga" por saída

Depois de ser alvo da Polícia Federal pelo envolvimento com o escândalo do Banco Master, o senador Jaques Wagner (PT) recebeu pressão até de integrantes do próprio partido para deixar a liderança do governo de Lula da Silva (PT) no Senado, mas resiste a sair do cargo.

Os marqueteiros de Lula temem que a imagem do petista piore ainda mais, porque Wagner é uma das pessoas mais próximas do presidente, desde a época de sindicalista. Poucas pessoas são mais próximas. Além disso, o próprio Lula se encontrou escondido com Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Os petistas que defendem sua saída da liderança dizem que a permanência de Wagner aumenta a exposição do PT no debate sobre o Master. Eles querem que Wagner seja afastado temporariamente "para se defender", numa tentativa de esfriar o noticiário sobre o escândalo petista.

A posição recebe apoio de ministros e agrada muito o ex-ministro Rui Costa, que trava uma guerra silenciosa com Wagner pelo controle do PT baiano. Este grupo alega ainda que a atuaçãod e Wagner como líder "deixa a desejar", citando a falha na indicação de Jorge Messias ao STF.

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sao pedro

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