Salvador combate focos do mosquito
A Secretaria de Saúde de Salvador iniciou, nesta segunda-feira, uma nova etapa das ações preventivas de combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Nas localidades com maior incidência, será feita a aplicação espacial de inseticida por Ultra Baixo Volume (UBV).
É aquele sistema acoplados a veículos, popularmente conhecidos como carros de fumacê.
A ação integra um conjunto de medidas de vigilância e controle vetorial da Prefeitura para reduzir a circulação do mosquito e reforçar a proteção da população diante do cenário epidemiológico atual. A iniciativa será realizada em conjunto com a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab).
Nesta primeira etapa, até sexta-feira, a aplicação ocorrerá em bairros distribuídos por diferentes distritos sanitários da cidade, entre eles Periperi, Praia Grande, Rio Sena, Fazenda Coutos, Coutos, Valéria, Paripe, Cajazeiras, Nazaré, Comércio, Bonfim, Calabar e Tororó.
As atividades serão realizadas nos horários de maior atividade do vetor, concentrando-se na madrugada, entre 4h e 8h, e no final da tarde, após as 17h.
Além dos carros de fumacê,, as ações serão reforçadas durante o dia, quando agentes de combate às endemias percorrerão as localidades para eliminar criadouros e aplicar o inseticida em áreas estratégicas. Nesses momentos, os moradores devem evitar a exposição direta ao inseticida.
O secretário Rodrigo Alves afirma que a medida faz parte de uma estratégia contínua. “Essa é uma estratégia importante para reduzir a circulação do mosquito e proteger a população contra dengue, zika e chikungunya. Nosso compromisso é atuar de forma antecipada", afirmou.
A diretora de Vigilância à Saúde, Andrea Salvador, conta que “cerca de 80% dos focos do Aedes aegypti estão dentro das residências, em recipientes que acumulam água e passam despercebidos. O fumacê é uma ferramenta importante para reduzir a população de mosquitos adultos, mas a eliminação dos criadouros continua sendo a medida mais eficaz.
A gestora também orienta a população a acionar o Fala Salvador 156 sempre que identificar terrenos abandonados ou situações que possam favorecer a proliferação do mosquito.
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