Magalhães explica ligação com Itabuna

O deputado federal Paulo Magalhães deu entrevista exclusiva ao programa Conexão Morena, da Morena FM, nesta quinta-feira, onde lembrou que já foi dono de rádio, a Clube de Salvador, depois vendida para Mário Kértezs. Também lembrou que já foi presidente do Vitória esporte clube.

Mas o prato principal foi a política. "Eu tenho eleitores ainda na minha primeira eleição e cultivo eles com o maior carinho e respeito", afirmou, contando que o segredo de uma carreira tão longa vem de uma filosofia simples: servir sem se servir. "E assistência permanente, ao prefeito e ao cidadão", disse.

Magalhães comentou a ligação permanente com Itabuna, destacando a gestão de Augusto Castro. "Gosto principalmente do comportamento correto de Augusto. É um exemplo pra região. Aliás, Augusto é um exemplo de Itabuna para o Brasil. A administração dele é irretocável", falou.

"Aliás, Deus foi muito pródigo nisso tudo, porque Deus não deixou, não levou Augusto. E num momento difícil da vida dele, na sua sobrevivência, Deus deu a mão e colocou ele no caminho do povo de Itabuna. E aí veio reeleição, veio um trabalho profícuo, veio progresso, desenvolvimento e amor à coisa pública".

"Porque quando a gente faz política com amor, as coisas fluem. É isso que acontece em Itabuna e é um exemplo para toda a região," afirmou o deputado. O host Oziel Aragão lembrou que tem deputado que "só veio aqui, pegou o nosso voto e nunca voltou, nem para agradecer os votos. Nada".

Paulo Magalhães, lembrou Oziel, é o contrário. O deputado contou que acompanha Augusto desde a primeira gestão e se encanta com ele. Perguntado sobre sua reeleição, afirmou que com a empatia que existe entre ele e o povo de Itabuna, as coisas vão fluir. A relação foi feita com trabalho e emendas.

O deputado exaltou a capacidade de progresso de Augusto, com pontes, avenidas e o primeiro viaduto da cidade. E revelou que foi apresentado a Augusto por Alcântara Pellegrini. "Alcântara foi esse caminho, foi esse canal. Foi quem nos aproximou e deu certo, para mim, para Augusto, para Itabuna .

Perguntado por Oziel sobre que conselho daria a quem quer entrar na política, Paulo Magalhães disse que tem que ter palavra, poder olhar o eleitor de cima. "Poder olhar e dizer, eu cumpri. E é isso que o eleitor quer, confiar. Buscar alguém que você possa confiar, que lhe dê conforto na palavra", disse.

Ele não teve medo de falar da mudança política. "Veja bem que eu sou produto de Antônio Carlos Magalhães. A certa altura da minha vida, eu resolvi mudar o roteiro. Eu e Otto Alencar. Otto é o melhor aluno do doutor Antônio Carlos Magalhães, transita com facilidade em todos os setores".

A mudança para a oposição foi especial por não envolver rompimento. "Eu não podia sair brigando em hipótese nenhuma, até porque eu não seria grato a quem me deu régua e compasso. O doutor Antônio Carlos me deu régua e compasso. O deputado Luiz Eduardo, meu grande amigo, me lançou na política".

"E o doutor Antônio Carlos consolidou. Eu não poderia, de hipótese nenhuma, sair rompido com a minha família. Então eu me alinhei com o Otto Alencar e aí vem um momento interessantíssimo da nossa vida, quando nós fizemos o partido e depois fomos conversar com Rui Costa, hoje meu amigo".

Sobre a experiência no Vitória, Paulo ressaltou que "dirigir hoje não é fácil, mas na minha época foi pior, porque não tinha orçamento. Nós vivíamos da renda e de fazer carnê do Vitória, vendendo isso, aquilo, para pagar a folha, para sobrar um dinheirinho para começar o Barradão com os tratores de Silvio Silva Costa e eu com o meu querido amigo Eduardo Catarino Urdilho, que foi meu diretor financeiro.

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sao pedro

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