Estudo: rádio lidera em credibilidade
O estudo Radio 3.0, realizado pela Associação Brasileira de Rádio e TV (Abert), reuninco dezenas de pesquisas sobre o meio, mostra que o rádio é o meio mais confiável para os brasileiros (81%), muito acima da TV aberta (69%) e redes sociais (41%). Esse resultado repete os anos anteriores.
O rádio é muito presente na rotina dos brasileiros, alcançando 79% da população nas 13 regiões metropolitanas monitoradas, com um tempo médio de escuta de 3 horas e 47 minutos por dia. Por local, 58% dos ouvintes escutam rádio em casa e 27% no carro, dois ambientes onde o rádio não concorre com as telas.
O rádio também alcança 79% da população, superando os 66%–69% de penetração do Instagram. O meio de maior alcance do Brasil também acumula 128 milhões de seguidores institucionais dentro da rede social, um volume equivalente a quase 90% do total.
Um dado adicional reforça a vantagem do áudio: a atenção dedicada ao áudio é 128% mais forte do que à televisão. Uma grande vatagem é que o rádio custa muito menos que a tv, mas entrega mais resultados que ela. Para cada real investido, o anunciante vende dois com o rádio e 1,42 com a tv.
A eficiência chega a ser 8 vezes maior a depender dos formatos. Para exempllificar. O anunciante contrata um pacote de inserções de, por exemplo, 3 spots por dia durante 30 dias. Em uma emissora com 50.000 ouvintes no horário escolhido, isso resulta em cerca de 4,5 milhões de oportunidades de contato ao longo do mês.
Em Itabuna, que tem cerca de 120 mil ouvintes, um comercial anunciado 3 vezes por dia nas rádios da cidade, por 30 dias, gera 10,8 milhões de exposições. Isso com um custo muitas vezes menor que o da tv e um retorno de R$ 2 para cada real investido. Só em uma rádio, como a Morena FM, essas 3x gerariam 1.8 milhão de exposições.
Isso porque 58% dos ouvintes prestam atenção nos anúncios de rádio e 43% já compraram ou pesquisaram após ouvir o spot. Por isso, 99 dos 100 maiores anunciantes do Brasil usam o rádio em suas campanhas durante todo o ano.
O domínio do rádio está se extendendo com a internet. Para cada 10 ouvintes que as grandes emissoras alcançam no dial FM, outras 7 a 8 pessoas são adicionadas no streaming de app online, site ou portais de rádio. O digital e o FM são complementares, não concorrentes.
As associações afetivas do ouvinte com o rádio reforçam seu posicionamento único: 60% associam o
rádio a informação, 54% a emoção, 36% a diversão e 29% a companheirismo. A audiência se divide em 43% na Classe C, 40% na A/B e 17% na DE. Na web, 67% são A/B e 57% têm entre 20 e 39 anos.
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