Cármen Lúcia antecipa a saída do TSE
A notícia pegou todo mundo de surpresa, inclusive os colegas do TSE e do STF, que se declararam "estupefatos". Nesta quinta a minsitra Cármen Lúcia, que preside o Tribunal Superior Eleitoral anunciou que sai agora do cargo, e não em 3 de julho.
Com isso, o ministro Kassio Nunes Marques assume a presidência do TSE dois meses antes, tendo André Mendonça como vice-presidente. A eleição simbólica será no dia 14 e a posse em 1º de maio. Segundo Cármen, a decisão visa dar mais tempo para Marques preparar as eleições deste ano.
"Decidi que, em vez de deixar para o último dia, a sucessão deste tribunal se inicie antes, com os procedimentos para a eleição dos novos dirigentes e o processo de transição", disse, "buscanso garantir o equilíbrio e a tranquilidade na passagem das funções".
A supresa dos ministros do STF levou a algumas teorias nas redes sociais e veículos que cobrem a política brasileira. Uma delas é que a antecipação seria um acordo com o presidente dos EUA, Donald Trump, para evitar sanções e abrir caminho para uma eleição técnica, sem a politização da de 2022.
Nela, Alexandre de Moraes, presidente do TSE, sabotou iniciativas da direita e impediu Jair Bolsonaro de competir em igualdade, o impedindo de usar vídeos de eventos como o evento particular do 7 de setembro que bateu recorde de pessoas. Centenas de inserções em rádio e tv também foram "perdidas".
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