Argentina dá exemplo para o Brasil
Enquanto os brasileiros bancam as campanhas dos políticos, desviando R$ 6 bilhões de seus impostos para os partidos em ano eleitoral, a Argentina de Javier Milei dá um exemplo constrangedor para o Brasil, jogando o custo das campanhas para os próprios interessados.
Milei enviou ao Congresso uma reforma eleitoral que elimina as eleições primárias obrigatórias, internas dos partidos, bancadas pela sociedade (quem quiser pode bancar a sua), corta custos, torna o sistema eleitoral mais simples e livra os cidadãos de ter seu tempo de lazer roubado pelos candidatos.
A proposta elimina o financiamento público de campanhas, economizando cerca de R$ 400 milhões por eleição, acaba com a propaganda política obrigatória no rádio e tevê, adota uma cédula única para reduzir as fraudes e limita o direito de concorrer a quem tiver ficha limpa.
O texto proíbe doações anônimas e de entidades ligadas a jogos de azar, eleva os requisitos para um grupo se tornar partido nacional (exigindo presença em dez distritos) e introduz validação biométrica para apoios a candidatos, buscando combater partidos de fachada.
Na Argentina existem eleições primárias obrigatórias, na prática uma caríssima pesquisa sobre os possíveis resultados eleitorais, quando deveria ser uma ferramenta para escolher os candidatos. Os resultados, muitas vezes, assustam o mercado e afetam a economia.
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