Milhões fizeram ato contra Lula e STF

Milhões de pessoas foram às ruas neste domingo, 1 de março, em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Goiânia, Belém e dezenas de outras cidades menores, como Blumenal/SC e Itabuna/BA. Todos com o mesmo grito, “Acorda Brasil!”.

A USP, dominada pela esquerda, passou vexame mais uma vez, alegando que na Av. Paulista, em São Paulo, lotada, havia apenas 20 mil pessoas. Como comparação, o Ita Pedro, em Itabuna, teve medição por reconhecimento facial da PM e reuniu cerca de 100 mil pessoas por noite. O ato na Paulista era pelo menos 15 vezes maior.

As manifestações não usaram shows de artistas famosos para atrair as pessoas, nem distribuição de lanches ou transporte. Foi ignorada pela grande mídia. Cada um estava lá porque acredita em colocar o Brasil de volta no rumo da prosperidade, segurança, redução de impostos e governo sem corrupção.

A manifestação na Avenida Paulista marcou o primeiro grande ato desde que o senador Flávio Bolsonaro (PL) foi definido pré-candidato à presidência da República com o aval do pai, o presidente Jair Bolsonaro. O evento reuniu autoridades políticas e líderes religiosos.

Também compareceram Silas Malafaia, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, os governadores Ronaldo Caiado (GO) e Romeu Zema (MG). A primeira-dama Michelle Bolsonaro não participou porque está cuidando da filha, que se recupera de doença, e de Bolsonaro, para quem faz todas as refeições.

A Prefeitura de São Paulo também marcou presença, representada pelo prefeito da capital, Ricardo Nunes, além de deputados federais como Nikolas Ferreira, Sóstenes Cavalcante, Carlos Jordy, Bia Kicis, Cabo Gilberto Silva e Gustavo Gayer. O governador de SP, Tarcísio de Freitas, está na Alemanha.

O ato teve como lema “Fora Lula, Moraes e Toffoli”, reunindo críticas ao governo do caldilho Luiz Inácio Lula da Silva e aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

O clima no local foi de grande mobilização, com faixas, cartazes e discursos reforçando a pauta do movimento. Silas Malafaia compartilhou um vídeo de todo o movimento.

O senador e pré-candidato ao Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), participou do ato utilizando colete à prova de balas. A decisão seguiu orientação de sua equipe de segurança, atualmente comandada pela Polícia Legislativa do Senado.

Uma motivação é a quantidade alarmante de atentados da esquerda contra políticos de direita, como o pai de Flávio, Jair Bolsonaro, que tentaram matar com facadas em 2018. O presidente dos EUA, Donald Trump, já sofreu quatro atentados. Charlie Kirk foi morto com tiro na cabeça. Candidatos de direita de vários países foram assassinados desde 2025 por militantes da extrema-esquerda.

17:25  |  


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sao pedro

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