Itabuna tem índice médio de infestação
A Divisão de Endemias de Itabuna divulgou o resultado do primeiro Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa) de 2026. O município registrou índice geral de 3,6%, dado que requer atenção para a infestação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
O levantamento foi feito em diversos bairros, para identificar a presença de focos do mosquito e mapear as áreas com maior risco de transmissão das arboviroses. A partir dessas informações, a Secretaria de Saúde pode direcionar de forma mais estratégica as ações de prevenção.
SEgundo a coordenadora de Endemias, Lucimar Ribeiro, alguns bairros apresentaram índices mais preocupantes, chegando a 5%, a exemplo do Castália, Sarinha Alcântara, Santa Inês e Sinval Palmeira. Para ela, “isto exige atenção redobrada e a intensificação das ações de combate ao mosquito”.
Entre os principais criadouros estão recipientes que acumulam água parada, como caixas d’água e baldes destampadas, pneus, garrafas, e outros objetos descartados em quintais e terrenos baldios.
Lucimar reforça que o combate ao mosquito depende da colaboração da população.
“Pequenas atitudes, como evitar água parada, manter reservatórios bem fechados e descartar corretamente materiais que possam acumular água são fundamentais para reduzir a proliferação do Aedes aegypti”, lembra. Ela conta que as equipes seguem atuando com visitas domiciliares.
Eles também fazem bloqueios com inseticida e ações educativas nos bairros, com o objetivo de reduzir os índices e proteger a saúde da população.
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