Itabuna está na fraude do Banco Master

O nome de Itabuna está no meio das investigações da fraude no Banco Master. Um dos fundos usados para, segundo as investigações, lavar dinheiro do esquema é da empresa Bahia ADM, sediada na Rua Dom Pedro II, 227, Sala 205, centro de Itabuna. Ela foi aberta em 2019.

A razão social é Bahia Administração de Fundos Ltda, com o CNPJ 34.879.983/0001-08. A empresa tem como sócio e proprietário João Vítor Batisti. Seu pai, José Edson Batisti, já foi detido pela Polícia Federal durante uma operação contra madeireiras e crimes ambientais há alguns anos.

João Vítor Batisti tem endereço fiscal em São Paulo/SP e participação em outras empresas, como a Companhia Baiana de Participações S.A., fundada em 2022 com o mesmo endereço fiscal (Rua Antônio de Andrade, 72, Cerâmica, São Caetano do Sul/SP) da Utter Participações.

Elas também foram investigada pela CPMI do INSS. É provável que o Fundo Itabuna, usado por Daniel Vorcaro, pertença à Bahia ADM. Ela recebeu valores de 4 empresas do esquema: Nanook (R$ 13,08 milhões), The Pay Soluções (R$ 6,8 milhões), Rubidea (R$ 6,1 milhões) e R$ Nexxus (R$ 6,1 milhões).

Segundo o relatório da CPMI, "ao menos quatro empresas de fachadas da rede do Banco Master enviaram um total de R$ 32 milhões para a Bahia Administração, empresa em investigação pela CPMI-INSS por integrar a rede de lavagem de capitais advindos do esquema de corrupção do INSS".

"Essa rede é utilizada por operadores do maior escândalo de corrupção financeiro da história do Brasil, mas também pelos operadores do maior escândalo previdenciário brasileiro, que atingiu diretamente mais de 7 milhões de aposentados e pensionistas que tiveram seus benefícios descontados indevidamente por mensalidades associativas fraudadas por entidades de fachada".

18:32  |  


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sao pedro

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