Bolsonaro sofre traumatismo craniano
O médico Cláudio Birolini, responsável pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmou nesta terça-feira que ele sofreu traumatismo craniano leve. A informação foi divulgada após a primeira-dama e presidente do PL Mulher, Michelle Bolsonaro, relatar que o presidente não está bem, após cair e bater a cabeça em um móvel na Polícia Federal (PF).
“Meu amor não está bem. Durante a madrugada, enquanto dormia, teve uma crise, caiu e bateu a cabeça no móvel. Como o quarto permanece fechado, ele só recebeu atendimento quando foram chamá-lo para minha visita”, afirmou Michelle, após visitar Bolsonaro.
Birolini afirmou ainda que o ex-presidente passará por exames. “Sim, bateu a cabeça de leve, mas isso é muito relevante dentro do contexto da necessidade imperativa de prevenção de quedas em idosos. Ele caiu da cama durante a noite, bateu a cabeça. Doutor Caiado deve passar para avaliar clinicamente e definir necessidade de exames complementares”, afirmou.
Se o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizar, Bolsonaro deixará a sede da Polícia Federal, em Brasília, para realizar novos exames no Hospital DF Star. O presidente será acompanhado por Michelle, caso receba autorização. “Estamos indo para o hospital. Meu amor passará por exames. Pedimos que orem por ele”, escreveu no Instagram.
Após a mensagem de Michelle, a PF chegou a confirmar a transferência a pedido do médico particular de Bolsonaro, minutos depois de ter atestado que o ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu atendimento médico após ele relatar à equipe de plantão que havia sofrido uma queda durante a madrugada.
“O médico da Polícia Federal constatou ferimentos leves e não identificou necessidade de encaminhamento hospitalar, sendo indicada apenas observação”, disse a PF, em nota oficial. Porém, às 13h30, a PF comunicou que tal transferência de Bolsonaro para o hospital ainda depende do STF.
Por volta das 17h, o ministro Alexandre de Moraes negou o pedido de transferência imediata do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para um hospital. A solicitação foi feita após Bolsonaro relatar ter sofrido uma queda na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.
Na decisão, Moraes afirmou não haver indicação de urgência para a remoção hospitalar e determinou que a defesa apresente ao STF o laudo médico elaborado pela Polícia Federal, além de informar quais exames considera necessários e se eles podem ser realizados nas dependências da própria PF. Com Diário do Poder.
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