Banco roubava dinheiro dos clientes
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira, a segunda etapa da Operação Compliance Zero. A nova fase continua a investigação sobre uma quadrilha acusada de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e manipulação de mercado. O Supremo Tribunal Federal mandou bloquear mais de R$ 5,7 bilhões em bens e dinheiro dos investigados.
O principal é Daniel Vorcaro, dono do banco Master, cujo cunhado Fabiano Zettel foi preso ao tentar embarcar em jato particular para Dubai, como Vorcaro tinha tentado antes. Hoje ele está em prisão domiciliar com tornozeleira. A PF o acusa de emissão de títulos de crédito falsos para criação de carteiras sem lastro.
O montante total das fraudes pode chegar a R$ 12 bilhões. O esquema incluia o roubo do dinheiro dos clientes, desviados para o patrimônio dos membros da quadrilha; a emissão de CDBs com promessas de rendimento irreais, e a venda de carteiras de crédito sem lastro para outras instituições, como o BRB, para ocultar rombos financeiros.
Os 42 mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela Polícia Federal em S]ao Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Foram apreendidos carros de luxo da Land Rover (cerca de R$ 700 mil), BMW (R$ 350 mil) e BYD (R$ 250 mil); relógios de luxo, dinheiro vivo e outros itens de alto valor.
Uma arma também foi apreendida em um dos endereços. Os celulares dos suspeitos foram apreendidos para dar suporte essencial ao avanço das investigações, por meio da análise das trocas de mensagens, registros de ligações e eventuais transações. Porém, o trabalho da PF pode dar em nada.
O minsitro do STF Dias Tóffoli, cuja família tem ligações com empresas de Vocaro, mandou lacrar todos os celulare e documentos e enviar para que ele "analise". Isso impede que a PF faça perícia no material e gera a suspeita de manipulação. A família Toffoli recebeu mais de R$ 54 milhões em “investimentos” de fundos ligados ao Master. Com Diário do Poder
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