Itabuna perdeu um exemplo social
Itabuna perdeu um dos nomes mais importantes do amparo social. O médico Baldoíno Azevedo faleceu, aos 85 anos, no Hospital Calixto Midlej, onde enfrentava um longo tratamento contra o câncer de próstata. Nascido em Jequié, Baldoíno era clínico e patologista, tendo implantado laboratórios de análises clínicas em vários municípios.
Em 1988, criou a fundação que leva seu nome, no bairro de Fátima, para cuidar de quem mais precisava mas não tinha meios para isso. A Fundaçlão Balduíno abriga idosos, crianças e desamparados, no Lar dos Idosos e na Creche Escola Pequeno Lar. Pacientes de HIV/Aids também são acolhidos há muitos anos.
Dr. Baldoíno chegou a chefiar a Secretaria de Assistência Social de Itabuna em 1993, durante a gestão de Geraldo Simões. Sua trajetória foi contada, em parte, no documentário “Fundação Dr. Baldoíno: A Última Esperança”, produzido pela Sul Bahia Filmes com direção de Carlos Neto e documentação de Cláudio Lyrio. Veja aqui.
Baldoíno Azevedo deixa a esposa, três filhos, uma legião de admiradores e pessoas que foram cuidadas por ele no momento mais difícil de suas vidas. Deixa ainda um exemplo de solidariedade, empatia e carinho com todos. Ele agora descansa no Cemitério Campo Santo, em Itabuna.
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