Mais um vexame internacional da COP30
A COP 30 se transformou em motivo de vexame internacional. Realizado em Belém, cidade sem condições de atender sequer sua população, o evento recebeu críticas do mundo inteiro, por devastar uma área da Floresta Amazônica, derrubando 110 mil árvores para construir uma avenida que só servirá para a COP30.
Virou piada com o vídeo de pessoas em fantasias de animais supostamente da Amazônia que incluiu girafas e urso polar. Depois uma chuva foi suficiente para alagar o local do evento, faltou água nos banheiros, acabou a comida para os congressistas e choveram reclamações pelos preços praticados, causados por taxas abusivas.
O evento ainda contou com a ausência da maioria dos chefes de estado, com a menor participação da história. Viu a Alemanha se recusar a dar dinheiro para o fundo da floresta e ouviu discurso bizarros de Lula e de Janja da Silva, que se comportou como chefe de estado, chegando a tomar o lugar da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.
Mas, nesta terça-feira à noite, o que parecia não ter como ficar pior, ficou. Um grupo de índios misturado com militantes do Psol e partidos da esquerda invadiu a área das autoridades, entrou em luta corporal com os seguranças, ferindo quatro deles, quebrou móveis do local e impediu a saída dos convidados internacionais.
Os manifestantes forçaram a entrada no pavilhão e tentaram invadir os espaços da conferência. Vídeos da confusão viralizaram na internet, com postagens em várias línguas. A Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCC) permanece calada, assim como os representantes do governo brasileiro.
O grupo se entitula Marcha Global Saúde e Clima e alega ter levado 3 mil pessoas ao evento. Elas saíram do centro de Belém até a sede da COP 30, uma distância de 1,5 km. “O grupo que se dirigiu à Zona Azul não fazia parte da organização ou da articulação oficial do ato, tendo participado de forma independente”, disse a COP 30 em nota.
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