Lula deu calote nos 'animais' da COP30

As pessoas que se sujeitaram a se apresentar fantasuados de animais de pano, no inicio da COP30, em Belém, protestam agora por falta de pagamento dos cachês. O grupo foi ridicularizado nas redes sociais após protagonizar a encenação vexatória e agora reclama que nem mesmo a primeira parcela foi depositada na data prevista.

De acordo com o relato de uma das atrizes, o contrato para o “espetáculo” previa o pagamento de R$ 5 mil para cada profissional. O valor deveria ser pago em duas vezes de R$ 2.500, com a primeira parcela no dia 5 de novembro. Em um vídeo, a atriz declarou que o grupo “foi sendo enrolado”.

Ela afirmou que eles estavam “pedindo o mínimo” ao realizar o protesto. Nos cartazes exibidos pelos manifestantes, estavam escritos frase como “paguem os artistas da Free Zone” e “queremos nossos direitos pagos”. Free Zone é o espaço "cultural" montado na COP30.

Ainda segundo o grupo, os contratantes teriam depositado R$ 1.500 em uma tentativa de conter a mobilização dos atores, o que foi insuficiente para evitar o ato. “A gente está aqui sendo feito de palhaço”, completou a artista.

A performance, que foi o marco da abertura da COP 30, ocorreu no pavilhão dedicado à sociedade civil e durou poucos minutos. Os artistas se apresentaram rastejando, vestidos como animais supostamente da Amazônia, mas incluindo girafa, camelo e urso polar. O responsável pela 'obra' disse que "representam a diversidade da Amazônia". O desfile foi acompanhado por marcha carnavalesca do Rio de Janeiro.

As imagens se espalharam rapidamente pelas redes sociais, virando vexame de ignorância de geografia e indigência artística. O protesto ocorreu poucas horas após o discurso oficial do chefe do regime, Lula da Silva (PT), que havia inaugurado a conferência destacando a importância de "combater os impactos das tragédias climáticas". Com Diário do Poder.

8:01 PM  |  


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sao pedro