Benz relata fraude nas eleições de 22

O ex-funcionário do Departamento de Estado dos EUA, Mike Benz (à direita na foto), deu entrevista para o jornalista e comentarista político Benny Johnson nesta quarta, onde relata como o governo de Joe Biden interferiu nas eleições de 2022 no Brasil, em conluio com o ministro do STF Luiz Roberto Barroso, usando a CIA para ameaçar o presidente.

Ele diz que a prisão de Bolsonato faz parte da tática clássica de Biden. "Quando você ganha uma eleição misteriosa e mágica, encontrando os votos para virar o jogo por uma margem apertada, você prende seu oponente político, que derrotou em circunstâncias muito misteriosas, para não ter que se preocupar com uma nova vitória".

"Bem, é isso que está acontecendo no Brasil. Mas, no Brasil, foi um caso muito estranho porque Bolsonaro estava fazendo campanha contra as urnas eletrônicas. Ele liderou uma grande cruzada. Ele viu o que aconteceu com Trump em 2020 e Bolsonaro era conhecido como o Trump do Trópico, liderava um governo muito alinhado a Trump".

"Ele disse: 'Não queremos essas máquinas de votação eletrônica aqui em 2022'. E qual foi a resposta de Biden? Bem, eles enviaram Bill Burns, o chefe da CIA, para ameaçar Bolsonaro, para não questionar os hipotéticos resultados futuros de uma eleição que ocorreria meses depois". Ou seja, já sabiam que o resultato seria suspeito.

"Enviaram o chefe das Forças Armadas dos EUA, Lloyd Austin, então Secretário da Guerra, para ameaçar os militares brasileiros e impedir que apoiassem Bolsonaro caso as urnas declarassem a vitória de Lula. Enviaram Victoria Newland, Subsecretária de Assuntos Políticos do Departamento de Estado, para ameaçar autoridades do governo".

"E então aconteceu uma reviravolta muito estranha: em meio à escassez de chips nos Estados Unidos, onde era difícil até mesmo produzir carros inteligentes devido à falta de semicondutores, o Departamento de Estado americano desviou chips de Taiwan para enviar ao presidente do Supremo Tribunal Federal brasileiro".

"O mesmo Supremo Tribunal que censura dezenas de milhões de apoiadores de Bolsonaro, de Luis Barroso. Isso teria sido feito por meio de um acordo secreto com um ex-embaixador dos EUA no Brasil, mediado pelo Departamento de Estado de Biden, para enviar chips secretamente para o Brasil contra a vontade de Bolsonaro".

"Bolsonaro sequer foi informado de que isso estava acontecendo, para que se pudesse construir secretamente as urnas eletrônicas que resultaram na vitória de Lula, as quais foram, digamos, uma parte nada insignificante da história da derrota apertada de Bolsonaro naquele dia". Essas urnas foram destruídas neste ano por ordem de Barroso.

"Por que o Departamento de Estado conduziu essa operação secreta? Você pode ler tudo sobre isso no Financial Times. Acredito que foi no artigo intitulado 'A Conspiração Discreta para Fortalecer as Eleições no Brasil'".

"Nele, descrevem a incomum e secreta mobilização governamental entre o Conselho de Segurança Nacional, a CIA, o Departamento de Estado, o Departamento de Guerra e a própria Casa Branca para enviar essas urnas eletrônicas ao Brasil secretamente, contra a vontade do presidente brasileiro".

"Por que, em nome de Deus, privaríamos os americanos de chips semicondutores para construir urnas eletrônicas em um país estrangeiro cujo chefe de Estado não as quer?" questiona Mike Benz, que destaca o propósito político por trás disso e lembra o esquema de Biden usando a USAID para fraudar a eleição brasileira.

"Ele canalizava cerca de US$ 80 milhões para financiar a campanha de Lula contra Bolsonaro e fortalecer seu aparato de censura, influenciando juízes por meio de seus programas. Quer dizer, são US$ 87 milhões. Tudo isso foi para grupos pró-Lula, sindicatos pró-Lula, organizações de censura pró-Lula e veículos de mídia pró-Lula".

"É aqui, novamente, Benny, que tento nunca ir além das minhas provas. Então, embora eu tenha provas concretas, absolutamente irrefutáveis ​​em um tribunal, sobre como o aparato de censura foi construído, sinceramente não sei qual é o segredo das urnas eletrônicas, mas só posso dizer que é uma baita sacanagem".

Benny responde que "eles realmente odeiam a democracia, não é? Eles nos odeiam mesmo. E parece que toda vez que surge qualquer tipo de apoio popular, mesmo que moderado, ou de uma vontade nacionalista do povo se unindo em torno de um candidato ou movimento, eles a sufocam".

8:36 PM  |  


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sao pedro