SC lidera tem maior índice alimentar
Santa Catarina tem a maior proporção de domicílios em situação de Segurança Alimentar no país, conforme Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Anual (PNADC/A) de 2024. Os resultados da modalidade de Segurança Alimentar foram divulgados pelo IBGE no último dia 10 de outubro.
O estado ocupa o topo do ranking de Segurança Alimentar no país, apresentando uma proporção de 90,6% de domicílios nessa condição. Espírito Santo conquistou o segundo melhor resultado, com 86,5%, enquanto o Rio Grande do Sul ficou em terceiro, com 85,2%. O Paraná ficou em quarto (84,7%) e Goiás em quinto (82,1%).
Depois de 19 anos governada pelo PT, na Bahia a segurança alimentar só chega a 57,8% da população, com 42,2% passando fome ou se alimentando abaixo do mínimo. A taxa mais grave é a de zero a 17 anos, chegando a 50%. No grupo que ganha até 1/4 do salário mínimo a fome atinge 65,2%, tanto na zona urbana quanto na rural.
O contraste com Santa Catarina é abismal. O secretário catarinense de Planejamento, Fabricio Oliveira, explica que “os resultados refletem as ações do Governo do Estado, da cadeia produtiva e do perfil trabalhador da população. Demonstram, na prática, como a população é impactada por políticas públicas que alavancam a qualidade de vida e a realidade socioeconômica no estado".
"Santa Catarina ainda apresenta a menor taxa de desemprego do país, o segundo maior rendimento médio do trabalhador e o menor índice de desigualdade. Somando-se a isso, temos programas voltados para a merenda escolar e tantas outras ações sob a coordenadoria da Segurança Alimentar e Nutricional de Santa Catarina”, afirma.
A secretária de Assistência Social, Adeliana Dal Pont, diz que o excelente resultado se deve à integração de políticas. "Temos uma agricultura diversificada, projetos de desenvolvimento social e índices positivos de emprego. O fato de muitas pessoas terem carteira, com renda estável, também influencia na segurança alimentar," explica.
A coordenadora de Segurança Alimentar de Santa Catarina, Juliana Rocha Pires, reforça que a segurança alimentar envolve também a Saúde, Educação, Assistência e Agricultura. “É um conjunto de esforços que caminham lado a lado para garantir o direito básico à alimentação de qualidade”, diz.
Ela comenta que na Agricultura, por exemplo, isso inclui programas de redução do uso de agrotóxicos, incentivo à produção orgânica e distribuição de sementes. “Essas ações não apenas garantem alimentos mais saudáveis, mas também fortalecem a economia local e valorizam o trabalho no campo”, completa Juliana.
No Brasil, a situação de segurança alimentar no domicílio teve a proporção média de 75,8%. No contexto, os estados de Santa Catarina (90,6%), Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Paraná, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rondônia, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Acre ficaram acima da média.
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