Mãe denuncia lesões em bebê no parto
Uma mãe denunciou a equipe de um hospital de Camacan por um parto que terminou com o bebeê machucado. Ela foi entrevistada por Oziel Aragão na OziTV e também foi tema do programa Conexão Morena, da rádio Morena FM, nesta terça-feira. Vitória Santos, de 22 anos, moraa em São João do Paraíso.
Ela contou que passou horas de angústia durante o parto de seu terceiro filho, Hélio Júnior, na noite da última quinta-feira (24), na Fundação Hospitalar de Camacan. Ela entrou no hospital por volta das 15h40 e só deu à luz às 21h40. O bebê nasceu com 4,3 quilos e, segundo a mãe, saiu do parto com a cabeça machucada.
Ela considera que os machucados foram causados por imperícia da enfrermeira que fez o parto. "Ele ficava com as mãos dentro, puxando a cabeça do bebê, relatou a Oziel. Vitótia também reclamou que a equipe não deixou o marido entrar na sala, apesar de ele ser médico e do direito legal que toda gestante tem de acompanhante no parto.
A família afirma que houve demora no acompanhamento médico. Fotos do bebê, que depois foi transferido às pressas para a UTI do Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, mostram várias feridas na cabeça. A Fundação Hospitalar Mata Atlântica, responsável pelo Hospital Osvaldo Valverde, emitiu uma nota oficial.
Ela nega as acusações, afirma que o atendimento foi "regular e humanizado", e que o bebê "nasceu em boas condições". A nota também menciona que a Polícia Militar foi acionada "após tumulto causado pelo acompanhante". Mas ao chegar, a PM não viu comportamento errado do marido e lembrou que ele tinha dureito a estar ali.
A Fundação também diz que a enfermeira náo sua unhas gel (uma das hipóteses levantadas pela mãe para as feridas na cabeça do bebê). Apesar de alegar que o parto aconteceu "sem intercorrencias" e que o bebê nasceu em "boas condições gerais", a nota não explica as lesões que obrigaram a família a internar o bebê na UTI do Novaes.
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