A verdade sobre o encontro com Trump
Boa parte da grande mídia relatou o encontro entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e do Brasil, Lula da Silva (PT), como se fosse uma enorme conquista para o mandatário. Como se os problemas já estivessem resolvidos. Lula chegou a dizer que Trump considera Jair Bolsonaro "passado" e que deve retirar as tarifas.
Porém, seu próprio ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, diz que Bolsonaro não foi discutido no encontro, de apenas 45 minutos, durante um evento na Malásia. Lula afirmou que Trump "garantiu" que os dois países chegarão a um acordo sobre as tarifas "com rapidez". O presidente americano não confirmou.
Ao contrário, ao ser perguntado pelos repórteres na coletiva, Trump disse que "eu não sei se alguma coisa vai acotnecer, veremos". Jornalistas que acompanham o governo Trump destacam que ele é um negociador "duro" e que a negociação sempre termina como ele quer. Já o advogado de Trump, Martin de Luca, ironizou Lula.
"Depois de apenas 45 minutos com Trump, Lula e sua equipe deram meia dúzia de coletivas de imprensa em 12 horas. Nunca tão pouco produziu tantas declarações de 'grande progresso'. Quando se está tão desesperado por validação, até mesmo voar 24 horas para uma sessão de fotos na Malásia se torna um 'encontro histórico'", postou no X.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que "o Brasil é um país grande e importante. Achamos que, a longo prazo, é benéfico para o Brasil nos fazer seu principal parceiro, ao invés da China, por causa da geografia, cultura e de tantos outros alinhamentos". E continuou.
"Nós obviamente temos algumas questões com o Brasil, particularmente como alguns de seus juízes têm tratado o setor digital dos Estados Unidos, os indivíduos localizados nos Estados Unidos, por causa de seus posts em redes sociais. Mas o presidente vai considerar se existem maneiras de resolver isso, Vai levar um tempo."
Traduzindo, a perseguiçaõ e censura do ministro do STF Alex@ndre de M0raes contra empresas americanas como Starlink, Rumble e X, continuarão travando as negociações comerciais.
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