Traficante dividiu palanque com Lula

Deputados da oposição reagiram com indignação quando tomaram conhecimento que uma traficante, presa em operação do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Militar, compartilhou o palanque de Lula (PT), durante visita do petista à favela do Moinho, em 26 de julho. Agora eles querem tirar isso a limpo.

Parlamentares da Comissão de Segurança Pública da Câmara, como o deputado Sanderson (PL-RS), apontaram o episódio como indício da proximidade do governo com pessoas ligadas ao crime organizado.

O deputado Rodrigo Valadares (União-SE) lamentou que ainda há quem vote “em políticos que apoiam chefes do crime organizado.” Para ele, “essa proximidade não é coincidência, é projeto. E quem sofre as consequências é a população, vítima da violência e da disseminação das drogas.”

A criminosa Alessandra Moja Cunha, presa nesta segunda-feira (8), é irmã do traficante conhecido como “Leo do Moinho”, líder da organização criminosa “PCC”. Ela é acusada de substituir o irmão no tráfico de drogas e outras atividades criminosas, como extorquir pessoas faveladas.

Alessandra apresentava como presidente de uma ONG e também já havia recebido visita de um ministro do governo Lula. Foi com ela com quem o governo teria negociado a visita presidencial à favela.

“É um absurdo ver pessoas ligadas ao crime organizado recebendo espaço e até prestígio dentro de estruturas ligadas ao poder”, observou o deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) . “Esse episódio reforça a necessidade de mantermos vigilância total contra a influência do PCC e de outras facções.

“Lula e sua turma sempre estiveram ao lado do errado”, disse o deputado Ubiratan Sanderson (PL-RS), lembrando a recusa do governo Lula de classificar gangues como PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas e ainda se aproxima de pessoas ligadas a facções. “Isso é gravíssimo para a segurança nacional.”

O deputado Coronel Tadeu (PL-SP) lembrou o episódio em que a chamada “Dama do Tráfico” foi recebida no Ministério da Justiça e teve despesas de viagem custeadas com recursos públicos: “O governo sempre se coloca ao lado errado. A cada novo caso, fica evidente a falta de compromisso com a segurança da população.”

O deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM) também criticou o caso afirmando que “Lula está ao lado do crime organizado, enquanto considera um perigo idosas com suas bíblias ou cidadãos com batom nas cores da bandeira. O Brasil não merece viver esse absurdo. Diário do Poder

7:01 PM  |  


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sao pedro