Itabuna não tem solução para camelôs
A Prefeitura de Itabuna busca solução para ordenar o comércio na Av. do Cinquentenário. O problema é antigo e atravessa governos, reconhece o secretário de Segurança e Ordem Pública, Humberto Mattos. "Essa é uma situação crônica e social que todo mundo sabe," afirmou, nesta quarta, em entrevista ao Conexão Morena, da Morena FM 98.
"O que a gente tenta fazer é amenizar", completou.Entidades que representam o comércio moveram ações na Justiça para obrigar a Prefeitura a coibir vendedores ambulantes que atuam sem autorização na Avenida do Cinquentenário e adjacências. A demanda é tema de reuniões constantes, segundo Humberto.
"Estamos tentando achar uma saída. Não vai haver condição de retirar todos dali, mas 90%", estimou. Mattos citou um problema típico da falta da aplicação do Código de Posturas. "Dois ou três donos de lojas de roupas instalaram bancas e barracas no meio da Cinquentenário, que funcionam como extensões dos estabelecimentos".
Isso com direito a funcionário atuando como ambulante. "As pessoas que estão vendendo têm carteira assinada", disse. Segundo Mattos, na avenida existem empregados de loja se passando por camelôs, além de muitos que vêm de outras cidades para explorar o setor. "Ambulante é uma atividade transiente, não pode ser permanente".
A entrevista também abordou outros assuntos relacionados à Pasta, como a perturbação do sossego alheio por uso de aparelhos de som em volume abusivo. Na avaliação do secretário, Itabuna avançou no combate a esse tipo de abuso. Ele relembrou o caso de um estabelecimento do São Caetano que perdeu o alvará de som.
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