7 de setembro mais vazio da história
O evento do Sete de Setembro na Esplanada dos Ministérios neste domingo, em Brasília, com direito a desfile de Lula da Silva (PT) e Janja em carro aberto, foi considerado o mais fraco de todos os desfiles da data magna da Pátria desde a posse do atual governo, em janeiro de 2023.
Além de povo, faltaram autoridades que em geral comparecem ao desfile, como o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. Ao contrário, não apareceu nem mesmo um único representantes do Supremo Tribunal Federal (STF), principal aliado político do governo Lula. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, também não deu as caras.
Além de políticos e ministros petistas, apareceu apenas o deputado governista Hugo Motta, presidente da Câmara. Poucas pessoas compareceram à Esplanada dos Ministérios, sugerindo que nem mesmo os familiares dos militares ajudaram a fazer número.
Os que compareceram eram claramente ativistas de esquerda ou pessoas arregimentadas por sindicalistas e políticos ligados ao PT para ocupar as arquibancadas em frente ao palanque. Foi uma estratégia para evitar que as autoridades fossem hostilizadas. A claque, sob promessas de sanduíche de mortadela, gritaram palavras de ordem.
A transmissão do desfile, a cargo de emissoras ligadas ao governo, mostravam apenas imagens fechadas, evitando planos mais abertos, reveladores da falta de público. Uma exposição de equipamentos militares ficou às moscas a maior parte do tempo. A Secretaria de Comunicação divulgou a mentira de que 50 mil pessoas compareceram. Virou motivo de piadas. Com Diário do Poder.
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