Câmara modifica a lei da Zona Azul

Uma mudança feita pela Câmara de Itabuna melhora a lei da Zona Azul, mas ainda mantém uma imposição que pode afastar as principais empresas do setor, que hoje usam alta tecnologia para baratear o custo da operação. As mudanças foram aprovadas pelo plenário e vão para a sanção, com ou sem vetos, do prefeito Augusto Castro.

O texto original, do vereador Erasmo Ávila, exigia que 80% do sistema de estacionamento rotativo fosse operado por pessoas. Este índice foi mudado pelo colega Sivaldo Reis para 50%. Erasmo argumentava que todos querem mobilidade urbana, mas é crucial garantir empregos.

Já Sivaldo disse que o equilíbrio da equação entre homem e máquina diminui os encargos trabalhistas e ele acredita que a tarifa ficará mais barata. O problema é que os sistemas mais modernos são totalmente automáticos, usando totens e cartões carregados com créditos.

É assim na Zona Azul considerada modelo no país, a de Gramado/RS (foto). O motorista carrega um cartão magnético e usa ele nos totens, instalados em cada quarteirão. A maior vantagem é que o sistema calcula o valor fracionado. Por exemplo, se ele só usar 22 minutos, será cobrado o valor equivalente, não o total de 1 hora.

O projeto aprovado pelos vereadores também fixou um percentual mínimo de arrecadação, estipulando que pelo menos 10% do faturamento líquido da empresa deve ser repassado ao Tesouro Municipal. Nesse ponto, o projeto evita que a concessionária seja cobrada duas vezes pelo mesmo imposto.

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