Redução da energia favorece empresas
A notícia de que a taxa extra aplicada às contas de luz ficará na cor verde até o fim do ano, sem cobrança adicional para os consumidores, favorecerá os pequenos negócios, disse a economista Aline Barreto, analista do Sebrae Rio. A informação sobre a bandeira verde foi do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
Segundo a economista, o setor foi muito afetado pela pandemia de covid-19 e pequenos empreendedores precisaram avaliar se repassavam aumentos de energia ao consumidor. os pequenos negócios foram os mais impactados pela pandemia de covid-19.
Pesquisa feita pelo Sebrae nacional em dezembro, com 6.883 empreendedores, sendo 59% MEI, 36% microempresas (ME) e 5% de pequeno porte (EPP), constatou que a maioria dos empreendedores nacionais tomou medidas para diminuição dos custos com energia elétrica.
Entre os responsáveis por pequenos negócios, 24% evitam usar energia no horário de pico, 4% instalaram painéis solares, 9% trocaram equipamentos antigos por mais modernos, 9% inspecionaram a qualidade das instalações elétricas, 38% orientaram colaboradores sobre a economia de energia e 31% não fizeram nada.
No estado do Rio de Janeiro, onde se encontram 534 empreendedores consultados pelo Sebrae, 29% evitaram usar energia no horário de pico, 2% instalaram painéis solares, 8% trocaram equipamentos antigos, 9% inspecionaram as instalações, 36% orientaram os colaboradores sobre economia e 31% não fizeram nada.
O Sebrae Rio orienta os pequenos empreendedores a investir em aparelhos elétricos econômicos, com selo Procel, que categoriza produtos de A a G; substituir equipamentos antigos, fazer revisão nos aparelhos e desligar os que não estão sendo usados; apostar em iluminação natural ou solar.
Ainda conscientizar funcionários sobre a necessidade de economizar, evitar ligar muitos aparelhos na mesma tomada, observar o horário de uso, investir em isolamento térmico, trocar lâmpadas por modelos mais econômicos, buscar orientação especializada e investir em fontes renováveis de energia.
De acordo com o levantamento do Sebrae nacional, os empreendedores acreditam que a economia só voltará ao normal em 16 meses, ou seja, em abril de 2023. 31% estão funcionando como antes da crise, 55% passaram por mudanças, 9% tiveram o funcionamento interrompido temporariamente e 5% fechararm de vez.
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