Pazuello vai incluir os professores

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta sexta-feira (19), em reunião com prefeitos, que vai alterar a estratégia de vacinação contra a covid-19 no Brasil. A fala surge após inúmeros municípios interromperem a vacinação pela falta de imunizantes.

De acordo com a Frente Nacional de Prefeitos (FNP), 4,7 milhões de novas vacinas são aguardadas a partir do dia 23 para a imunização de 4,7 milhões de brasileiros. Uma mudança importante é que não serão retidas vacinas para garantir a segunda dose, já que o fluxo de entrega será maior a partir de março.

Cobrado pelo presidente da FNP, Jonas Donizette, o ministro da Saúde garantiu que fará uma adaptação no Plano Nacional de Imunização para incluir os profissionais de ensino no grupo prioritário "o mais rápido possível, muito provavelmente até março". O pedido foi feito por prefeitos e governadores para viabilizar as aulas presenciais.

Pazuello também garantiu que todos os leitos necessários, habilitados e usados, serão pagos pelo governo federal. "Ninguém vai ficar com leito sem poder usar e sem receber pelo uso”, disse a FNP nas redes sociais. "Vamos continuar atentos à negociação para eventual alteração na metodologia de pagamento desses leitos".

Na quinta-feira, em reunião com governadores, Pazuello anunciou que serão distribuídas mais de 230,7 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 aos Estados até julho. Ele avalia que a quantidade é "suficiente para dar tranquilidade de proteção à população contra essa doença”.

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