Saúde rejeita "exigência" do Butantan
O Ministério da Saúde rechaçou, em nota, a pressão feita pelo Instituto Butantan para que o Governo Federal decida "até esta sexta" se vai comprar um lote extra de coronavac. O Ministério lembrou que tem exclusividade contratual para a compra das doses da vacina.
O contato reza que o MS tem até o final de maio para decidir se comprará o lote adicional de 54 milhões de doses. O presidente do Butantan, Dimas Covas, tinha dito que esperava uma resposta "até o final desta semana", do contrário venderia para outros países sulamericanos.
"O contratante (Ministério da Saúde) possui até o dia 30 de maio para manifestar sua opção de compra das 54 milhões de doses adicionais. Deve-se nesse momento priorizar o cumprimento do objeto contratado", diz a nota, lembrando ainda que, das 46 milhões de doses previstas até abril, o Butantan só entregou 6,7 milhões até o momento.
O ministério também criticou o governo de São Paulo por uma entrevista coletiva do governador João Doria (PSDB) e do prefeito Bruno Covas. "O ato midiático promovido pelo governo de São Paulo, sem governança sobre o presente contrato, promove a desinformação, a divisão e a politização da saúde pública do povo brasileiro, neste momento em que alguns deveriam entender a necessidade de unir esforços contra um único inimigo, que é a Covid-19".
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