Baianos decidem apuração de 'fake'
Vai depender de dois baianos da velha esquerda, submissa ao PT, se a CPMI das "fake news" vai apurar a notícia falsa, veiculada na tv Globo, sobre o envolvimento do presidente Jair Bolsonaro no caso Marielle Franco. Ela foi feita de forma a implicar o presidente com chamadas tipo "foi citado por uma testemunha".
O próprio Ministério Público do Rio de Janeiro atestou em coletiva, na quarta-feira (30), que o porteiro do condomínio onde o presidente tem casa, na Barra da Tijuca, mentiu. Segundo a promotora, a mentira foi desfeita pelas provas técnicas. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Além de a portaria não haver ligado à casa 58 de Bolsonaro, testes confirmaram que não é dele a voz que atendeu o interfone na casa 65. Ainda não está claro se, além do porteiro, a CPMI terá de decidir sobre convocação para depor dos responsáveis pela difusão da falsa notícia.
A Globo teve acesso ao processo, logo sabia que o MP já tinha provado a mentira, mas fez a matéria mesmo assim. Apesar de ser exatamente o tipo de notícia que a CPMI deve investigar, a chance de que isso aconteça é mínima, porque depende de dois baianos ligados umbilicalmente ao PT.
A oposicionista Lídice da Mata (PSB-BA) é a relatora da CPMI e não quis comentar a eventual investigação da fake news acusando o presidente. Se o requerimento for feito e aprovado, dependerá do presidente da CPMI, senador Angelo Coronel (PSD-BA), para entrar na pauta...






