Empresários são presos por lavar dinheiro
Oito empresas ligadas ao agronegócio – sete delas com atuação no oeste da Bahia – estão sob suspeita de envolvimento em um esquema de sonegação fiscal, associação criminosa e lavagem de dinheiro que resultou em um prejuízo de mais de R$ 20 milhões aos cofres públicos do estado.
Na quinta-feira, a Secretaria da Fazenda (Sefaz), o Ministério Público da Bahia e a Polícia Civil, por meio do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Drago), realizaram uma operação que resultou na prisão de três empresários, dois no Oeste da Bahia e um em Alagoas.
Além das prisões, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nas empresas e residência dos suspeitos, emitidas pela Vara Criminal da Comarca de São Desiderio. A operação contou ainda com o apoio dos Ministérios Públicos estaduais de Alagoas, Goiás e Rio Grande do Sul, e da Secretaria da Fazenda de Alagoas.
Segundo as investigações, os integrantes do esquema utilizavam notas fiscais falsas, emitidas por empresas de fachada situadas na Bahia, com a finalidade de ocultar a saída de mercadorias para outros estados.






