Sindicato usa ameaças em Itabuna
O comércio de Itabuna bem que tentou funcionar nesta sexta-feita, mas a violência dos sindicatos fez com que a maioria fechasse as portas na avenida do Cinquentenário, temendo por sua integridade física e das lojas.
Os sindicalistas, comandados por militantes do PT e PC do B, bloqueavam a porta da loja, ameaçavam os donos e funcionários, tocando o terror no centro de Itabuna.
Os sindicatos não deixaram os ônibus ciircularem, entupiram cadeados e fechaduras com super bonder durante a madrugada e bloquearam a Cinquentenário com um mini-trio atravessado na pista.
A Guarda Municipal, que hoje tem poder de polícia e o prefeito prometeu colocar nas ruas, não apareceu. A Superintendência de Trânsito da prefeitura não está nas ruas e se omitiu em relação ao mini-trio.
Na quinta-feira, os sindicatos aidna espalharam uma notícia falsa, em nome da CDL de Itabuna, dizendo que o comércio não funcionaria, e outra, atribuída a PM, de que os policiais fariam greve. Ambas foram desmentidas de imediato.
Como "greve geral", o movimento falhou completamente. Todo mundo queria trabalhar e só não trabalhou por causa das ameaças, sabotagens e bloqueios de uma minoria sindicalista fazendo um movimento político.
O comércio do São Caetano, quase tão grande quanto o do centro, todas as lojas abriram e funcionaram normalmente, já que os sindicatos se preocuparam apenas coma "vitrine" de impedir a normalidade no centro.
Nos outros bairros o comércio também abriu sem problemas. O presidente do PT local, Flávio Barreto, não aderiu à "greve geral" e abriu sua loja, Comonte, que fica no bairro São Caetano, normalmente.





