MPF mira o presidente do Instituto Lula
A Força-tarefa da Operação Lava Jato apura se o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, cometeu crime de lavagem de dinheiro pelo aluguel de 10 guarda-móveis usados para armazenar parte da mudança do ex-presidente Lula.
O valor de mais de R$ 1,2 milhão foi repassado entre 2011 e janeiro de 2016. Procuradores dizem que não pairam dúvidas sobre a atuação ilícita de Okamotto na viabilização do custeio pela OAS do armazenamento dos bens.
O contrato com a OAS foi um dos motivos que levaram a Justiça a autorizar a condução coercitiva do ex-presidente Lula durante a Operação Aletheia. Os bens ficaram guardados na Granero Transportes.
A Granero disse ter vencido concorrência pública e confirmou ter armazenado acervo museológico de Lula mediante contrato com a OAS, de mais de R$ 21 mil mensais, que perdurou por 5 anos. De Brasília, Jéssica Vasconcelos.





