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caixa remedio
20.Julho.2019

Aprenda a ler a caixa de remédio com segurança

evitando ser uma das muitas vítimas de medicação errada. O consumo inadequado de medicamentos é a principal causa de intoxicações registradas no Brasil, segundo dados da Anvisa e do Sistema Nacional de Informações Toxicológicas (Sinitox).

Eles apontam que, a cada hora, três pessoas sofrem por intoxicação medicamentosa no país. Na maior parte dos casos, o problema é decorrente do uso de medicamentos sem orientação de um médico ou farmacêutico. Além disso, as pessoas não sabem interpretar as informações da embalagem.

Todas as embalagens devem apresentar de forma visível o nome do remédio, da substância principal, do fabricante e o número de registro. “É importante também ficar atento aos itens da embalagem que atestam a procedência do produto".

Olho na embalagem

"Medicamentos falsos não só prejudicam o tratamento como podem piorar a saúde do paciente, pois muitas vezes podem conter substâncias prejudiciais ao organismo”, explica Adriano Heleno Ribeiro, farmacêutico da Extrafarma.

Toda embalagem precisa ter o nome comercial do remédio ou “Medicamento Genérico”, com o nome da substância principal ou, no caso dos fitoterápicos, o nome botânico da planta. A identificação do fabricante deve incluir nome, endereço, CNPJ e o local de fabricação.

A caixa precisa ter o número do lote, que melhora o controle em caso de lotes defeituosos ou contaminações, data de fabricação e de validade, mais o número de registro do medicamento na ANVISA, composto de 13 dígitos.

Mais informações

Deve ainda trazer a composição, quantidade e a via de administração indicada, na bula. Todo remédio precisa ter o nome do farmacêutico responsável, com número de inscrição no CRF. Ainda é necessário constar o telefone do SAC.

Uma informação importante é a tarja. A vermelha é para os que podem provocar efeitos colaterais graves. A preta para os de ação sedativa ou que ativam o sistema nervoso central, podendo causar dependência. A amarela indica medicamentos genéricos e os sem tarja são seguros.

Na embalagem, ainda deve constar uma tarja de tinta reativa ou selo de rastreabilidade. Ela funciona assim: ao raspar a tinta com algum metal (uma moeda, por exemplo), deve aparecer o selo de qualidade e o nome do laboratório responsável.

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