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10.Novembro.2018

Itabuna registrou em 2018 dez óbitos por HIV

segundo o Centro de Referência em Prevenção, Assistência e Tratamento (CERPAT), entidade que trabalha com a prevenção e o tratamento de portadores de HIV, ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis) e Hepatites Virais.

A cidade pode fechar o ano com menos mortes que em 2017, quando foram confirmadas 23 vítimas fatais da doença. A coordenadora do Cerpat, Fabrícia Moura Costa, faz um comparativo dos últimos dois anos.

“Tivemos um saldo positivo, pois houve uma redução no número de mortes em Itabuna. Já nas cidades que são atendidas pelo Cerpat (22 municípios pactuados), foram registrados 15 óbitos durante este ano”.

No sul da Bahia

Dados da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) mostram que a Aids matou, de janeiro a outubro, 33 moradores no sul da Bahia. Em todo o estado foram 154 óbitos, sendo 153 adultos e uma criança. As duas localidades com mais mortes são Salvador e Ilhéus, com 59 e 20.

No sul da Bahia, além de Itabuna e Ilhéus, Camacan (4), Santa Luzia (1) e Una (3) registraram óbtos de pacientes com Aids. Já no extremo-sul, a maior incidência aconteceu em Porto Seguro (5), Eunápolis e Teixeira de Freitas (3).

No sudoeste, houve 6 mortes em Jequié e 6 em Vitória da Conquista. Em todo estado foram notificados 3.322 novos casos neste ano. Itabuna é a terceira em quantidade de notificações, com 153, atrás de Salvador (1.543) e Feira de Santana (203).

Outras cidades

O número de novos casos é alto também em Alagoinhas (50), Barreiras (44), Camaçari (75), Eunápolis (74), Ilhéus (53), Jequié (57), Juazeiro (60), Lauro de Freitas (96), Porto Seguro (79), Santo Antônio de Jesus (62), Teixeira de Freitas (56) e Vitória da Conquista (99).

Além de Itabuna e Ilhéus, no sul da Bahia Buerarema (5), Camacan (15), Canavieiras (3), Coaraci (2), Itacaré (3), Itajuípe (3), Santa Luzia (3) e Una (13) notificaram novos casos de Aids. Hoje, Itabuna trata 1.791 pessoas com HIV, 200 com HTLV, 600 com Hepatites B e C.

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