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28.Agosto.2021

A pandemia mudou nossa forma de vestir

moda de pandemia


e fez o conforto ditar as tendências de moda durante último ano. Acordar e passar o dia inteiro de pijama tornou-se um hábito durante a pandemia. Muitas pessoas que começaram a trabalhar em regime de home office abandonaram os trajes formais, usados no ambiente de trabalho, e priorizaram looks mais confortáveis.

O conforto ditou as tendências de moda neste último ano, inaugurando um movimento inédito: se, antes, o que era mostrado nas passarelas ditava o modo como nos vestíamos, agora é o novo estilo de vida global que tem influenciado as novas coleções dos estilistas.

No começo da pandemia, os lugares que frequentávamos, como restaurantes e casas de show, não podiam receber o público por conta das medidas de restrição. Sem ter aonde ir, o guarda-roupa pareceu repentinamente desatualizado. De uma hora para outra, não havia mais necessidade de “roupas para sair”, que precisaram ser substituídas pelas “roupas para casa” (tradução livre do termo em inglês homewear).

As peças de roupa mais despojadas se tornaram as preferidas da população. No Brasil, o setor de vestuário registrou em 2020 um crescimento inesperado, impulsionado pela alta da moda casual.

Esportivo "em casa"

A categoria de moda esportiva, utilizada não só para a prática de atividades físicas, mas também para os momentos de lazer ao ar livre, anotou um salto de 53%, superando todas as expectativas do setor. Moletom, calça jogger e um par de tênis são exemplos de itens básicos do homewear.

Neste momento em que a pandemia está arrefecendo e muitos escritórios estão voltando a funcionar de forma presencial, qual é o dress code a ser adotado? É claro que teremos de abandonar o bom e velho pijama, mas o conforto segue sendo prioridade.

Muitas empresas estão permitindo que os seus colaboradores usem roupas mais casuais, por exemplo, camisetas, bermudas, tênis, moletons, dentre outras peças que não costumavam aparecer em ambientes mais formais. Portanto, a volta para os escritórios vai ser mais flexível em relação aos códigos de vestimenta.

O chamado “novo normal” também mudou a maneira como nos vestimos, que agora passa a considerar o nosso conforto em primeiro lugar. A tendência de uma moda mais despojada vai continuar ainda por algum tempo, mesmo nos ambientes onde ela não era bem-vinda.

Looks informais também podem ser elegantes, ainda mais quando combinados com os acessórios certos. As roupas casuais unem o útil ao agradável, e hoje podem ser usadas mesmo fora de casa.


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morena fm

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1.Junho.2021

Nova estrada não duplica nem resolve o problema

nova estrada


do alto fluxo de veículos entre Itabuna e Ilhéus. A obra anunciada pelo estado não duplica a Rodovia Jorge Amado e cria um novo problema, gerando um congestionamento constante no Banco da Vitória, onde a nova estrada, que será de mão única na direção do litoral, termina.

O prefeito de Itabuna, Augusto Castro, que é da base do governador, disse que a nova rodovia "ligando os maiores municípios do sul da Bahia", "realiza esse sonho de várias décadas da população sulbaiana". Mas a nova estrada não liga as duas cidades, parando bem antes.

Também não é o "sonho de várias décadas". Este era a duplicação real da estrada, da saída de Itabuna até a chegada em Ilhéus. O projeto também previa uma ligação da BR-101 até o começo da nova pista, além de saídas essenciais para o futuro Porto Sul e o litoral sul.

Não tem o essencial

Na altura do Banco da Vitória, onde a estrada estadual vai terminar, o projeto previa uma pista ligando diretamente à zona norte, outra à zona sul, desafogando o tráfego, principalmente no verão, quando milhares de carros têm que entrar na cidade para seguir até as praias.

A estrada estadual não tem nada disso. Ela aproveita uma estrada de terra que já existe entre os dois pontos. Não prevê ligação alguma ao Porto Sul, como no projeto original, tornando-a uma obra inútil para o sul da Bahia se o Governo Federal não intervir e construir o restante do original.

A nova estrada, além de não resolver o problema, custará R$ 40 milhóes a mais que a do projeto original, um mistério que deveria ser investigado pelo Ministério Público. Ao fazer uma meia obra com dinheiro estadual, o governo baiano evita ser fiscalizado pelo TCU.

Mentiras oficiais

O anúncio da obra está cheio de mentiras. "A rodovia vai ser importante para o desenvolvimento econômico do Litoral Sul baiano, porque facilitará a ligação da região com o Oeste, Meio Oeste e Extremo Sul do estado". A nova estrada não tem ligação sequer com a BR-101.

"Em Ilhéus, o escoamento da produção de grãos em direção ao Porto de Malhado será beneficiado com a implantação da via". As carretas de grãos vêm pela estrada de Uruçuca. Se mudarem para a nova estadual, vão congestionar o Banco da Vitória. E não existe ligação com a BR-101.

O estado diz que a estrada vai facilitar "o transporte de produtos agrícolas e do minério da região de Brumado em direção ao Porto Sul, que será construído em breve". Esta é a maior mentira, já que todo o transporte será feito pela Ferrovia de Integração Oeste/Leste.

Por fim, o anúncio do estado diz que a estrada "vai proporcionar melhoria no deslocamento entre as duas cidades", algo improvável, devido ao gargalo que será formado em Banco da Vitória. Outra falácia é a de que facilita o acesso às praias, como apontou o Jornal das Sete, da rádio Morena FM.

Todos os motoristas terão que entrar em Ilhéus do mesmo jeito que fazem hoje, além de enfrentar o afunilamento no Banco da Vitória. Sem ligar as duas cidade, sem ligação com a BR-101, nem saídas para as zonas norte e sul do litoral, a nova estrada é uma obra cara e inútil.


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