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claudio humberto
27.Novembro.2021

STF gasta R$ 600 mil em grades

O Supremo Tribunal Federal (STF) abriu processo para gastar R$600 mil na compra de 2.500 metros de grades para cercar seu prédio, em Brasília. A Praça dos Três Poderes passou a receber quilômetros de grades no governo Dilma, com medo de protestos, e seguem até hoje. Essas grades de contenção ofendem o tombamento de Brasília pela Unesco, que exige a preservação do espaço bucólico da cidade. Cada metro custará R$240 aos pagadores de impostos. Total: R$600 mil.


Exigentes

O edital da licitação prevê 1.250 peças de alambrado medindo, no mínimo, 2 metros de comprimento por 1,20m de altura. Há cinco anos, o Iphan decretou que grades de fundo de uma loja de Brasília eram “atentado” ao tombamento. Grades no STF pode?


Honrosas exceções

Com exceções como Paraná Pesquisas e Orbis, muitos institutos correm para “aproximar” Lula de Bolsonaro. Evaporaram vantagens de até 25 pontos, agora são 5 ou 6. Tudo porque, a partir de 1º de janeiro, todos serão obrigados a disponibilizar as pesquisas à Justiça Eleitoral.


Não há ânimo que resista

Com o jornalismo de funerária em declínio, com a vacinação recorde, aposta-se agora no “caos econômico” em 2022. Não chega a provocar caos, mas explica a queda de 1,4% na confiança do consumidor.


MP da libertação

A Câmara aprovou (finalmente) a MP da venda direta de etanol aos postos, sem atravessadores. Cada gota era obrigatoriamente entregue às distribuidoras, aumentando em 16% o preço final ao consumidor.


Idas e vindas

Após dois anos insinuando candidatura a presidente, Luiz Mandetta decidiu se lançar para deputado, mas horas depois desistiu de desistir. Vai que consegue o que sempre quis: emplacar a vice de João Doria.


Manipuladores

Na lacrolândia Brasil, conservadores são chamados de “ultradireitistas” ou “extrema direta”, quando apenas são de direita, e se orgulham disso. Já a esquerda é “progressista”, nunca de “extrema esquerda”.


Complexo de vira-lata

Com média de casos e covid abaixo de 10 mil desde o início do mês e mortes próximas de 200 por dia, o Brasil é visto como sucesso e virou exemplo de como vacinar. O reconhecimento é mundial. Já no Brasil...


Discurso de ódio

A deputada Bia Kicis (PSL-DF) foi atacada nas redes sociais por tentar trazer de volta para 70 anos a aposentadoria compulsória no STF e no serviço público. O deputado José Medeiros lembra que se Kicis fosse ligada ao PT, isso seria “violência de gênero, discurso de ódio” etc.


Censura stalinista

Relatório sobre projeto de lei das fake news, de Orlando Silva (PCdoB, de inspiração stalinista), pretende caçar todos os que divulguem posts que não representem o pensamento único. O texto é muito ruim, talvez de propósito, para permitir interpretações que lhes sejam convenientes.


Foro privilegiado parado há 1.700 dias

O senador Alvaro Dias (Podemos-PR) continua na batalha para que a Câmara paute sua Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim do foro privilegiado. A proposta foi aprovada no Senado em 2017 e, só um ano depois, uma comissão especial da Câmara passou a analisar a PEC. De lá para cá, não houve qualquer evolução. Já são 1730 dias, que correspondem a quase 4 anos sem votação da PEC.


55 mil privilegiados

São 55 mil autoridades beneficiadas pelo privilégio de foro, segundo o senador Álvaro Dias, nos três níveis de governo. Rodrigo Maia ignorou 21 pedidos para incluir a PEC do Fim do Foro em votação. Este ano já foram dez pedidos encaminhados a Arthur Lira.


PT perde no exterior desde 2002

O tour europeu do ex-presidiário Lula, em pré-campanha, agradou os apoiadores, enquanto seus críticos ironizam a dificuldade do ex-presidiário de sair às ruas no Brasil. Esse tipo de viagem não gera frutos: a última vez que um candidato do PT a presidente foi o mais votado entre eleitores brasileiros no exterior foi em 2002, na disputa de Lula contra José Serra. Desde então, os votantes optaram pelos adversários dos petistas em oito turnos das eleições presidenciais.


Eleitos sem o exterior

Em 2006, contra Geraldo Alckmin, Lula perdeu ambos os turnos no exterior. Mesmo caso de Dilma, em 2010, contra Serra. Em 2014, o PT voltou a ser derrotado no exterior, pelo mineiro Aécio Neves. No primeiro turno, Dilma acabou em 3º lugar lá fora. Em 2018, Bolsonaro venceu no primeiro turno e, no segundo, obteve 71% dos votos de brasileiros que vivem no exterior. Haddad, 29%.


Banqueiros felizes

Os senadores que insistem no pagamento integral dos precatórios de R$ 90 bilhões à vista, em 2022, precisam explicar melhor essa proposta que alegra apenas os bancos detentores de 70% de todos os títulos.


Nova fake news

Enem mostrou domingo que não houve interferência ou anomalias. Foi a maior fake news desde o “golpe militar iminente” de Bolsonaro contra ele mesmo, em 7 de setembro. Ninguém se desculpou pela mentira.


Educação desrespeitada

Deveria ser apurada a responsabilidade da pelegada sindicalista que criminosamente fechou as portas de escolas públicas onde se realizaria a prova do Enem. A denúncia do ministro da Educação é muito grave.


Nada suspeito

Um grupo de cientistas pediu, via lei de acesso à informação, os documentos da licença da vacina Pfizer nos EUA, mas a FDA (a vigilância sanitária de lá) deu prazo até 2076 para a divulgação.



:: Poder sem pudor


Conversa de bêbado

Sebastião Paes de Almeida fazia campanha para o governo de Minas Gerais, quando, no interior, viu-se diante do presidente da Liga Contra o Álcool da cidade. O homem da Liga foi logo metendo a “faca”:

“Dr. Sebastião, além da nossa sede, precisamos que o senhor nos compre cinco carros. É para ensinar o povo a deixar de beber.” O candidato respondeu na bucha: “Meu amigo, por acaso você está bêbado”.


# Coluna do jornalista Cláudio Humberto, do Diário do Poder

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